Com o tema “Fraternidade e o Tráfico Humano”, a Igreja Católica realiza nesta ontem quarta-feira (5), a abertura da Campanha da Fraternidade 2014. O objetivo da campanha deste ano é de conscientizar a sociedade sobre a insensatez do tráfico de pessoas e sobre a sua realidade. Conforme a CNBB, o problema é difícil de ser enfrentado por causa do preconceito e do medo das vítimas, fazendo com que poucas pessoas denunciem os fatos do tráfico.
A problemática do tráfico humano se manifesta na exploração do trabalho escravo, na prostituição, na adoção ilegal de crianças e na venda de órgãos para o transplante, de acordo com texto base da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), autora da campanha. A CBNN alerta que dentre os meios usados para o tráfico de pessoas, o mais comum é o aliciamento.“A pessoa é abordada com uma oferta irrecusável, que lhe promete melhorar de vida”. Os traficantes recrutam pessoas “para atividades como modelos, talentos para o futebol, babás, enfermeiras, garçonetes, dançarinas ou para trabalhar como cortador de cana, pedreiro, peão, carvoeiro, etc.”, diz o trecho do texto da CNBB.




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